2 de mar de 2006

caso perdido











caso perdido.

encontrado somente na memória de quem confiou na história escrita e ela perdeu-se.

o caso do roubo. e da patriatada.

e os caras na vila. vendendo um shopping center de produtos da hora. arriscando a vida por um bamba. quem for bam bam bam que me siga. e foi-se. Agora é.

Q diferença faz comprar, receptar coisa roubada ou contrabandeada? é crime do mesmo jeito.
Há uma industria de roubo pronta para atender uma demanda de receptadores cada vez maior.

Justiça com quem rouba. Mas justiça também com quem compra roubado. e a mais-valia n passa disso.
E todo mundo preso ao mesmo esquema. ao sistema. ao rouba lá da cá.
o station plus pára láics dá laiptospirose na ratoeira do ráigh ték. pernas pra q te quero?
e é melhor roubar pra si, do q comprar roubado. Ou roubar a mais do q n precisa. É vero. è sagrado isso. Roubar é uma arte!
Jardelina roubava a mando dos exus e guardava lâmpadas e sabonetes no baú ao lado das roupas rituais. Beijo roubado já deu muita música de amor. Senhor Krishna, no Mahabarahta, livro sagrado hindu, disse ser o maior dos ladrões. A história dos sex pistols começou quando eles roubaram o equipamento do David Bowie, que ia dar um show em Londres (confirma?).
Quem é q vai dar o exemplo? Aprender sobre isso foi deprimente. Nenhuma arte consegue suplantar. Mas é preciso ter identidade, meu chapa. E aí q eu quero ver o bom ladrão. o robin hood da malandragem. até porque o tráfico e a industria do roubo dá empregos, também. Não deixa de ser um projeto de ação social, de qualquer forma.
Quando a gente sabe q um desses políticos qualquer pega a grana do meu, do seu imposto, para meter no bolso, grana distribuída de montão, a gente vê a história de um pé-de-chinelo quase como um modelo a seguir. Tá certo que todos querem ser europeus, mas daqui a pouco vai ter gente indo no paraguay trabalhar de militar para os ianques.

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