26 de jun de 2007

O pai de um deles

O microempresário Ludovico Ramalho Bruno, 46, disse acreditar que o filho Rubens Arruda, 19, estava alcoolizado ou drogado quando participou do espancamento da empregada doméstica Sirlei Pinto. "Uma pessoa normal vai fazer uma agressão dessa?". Dono de uma firma de passeios turísticos marítimos, Bruno afirmou que o filho não deveria ser preso, para não conviver com criminosos na cadeia. "Foi uma coisa feia que eles fizeram? Foi. Não justifica o que fizeram. Mas prender, botar preso, juntar eles com outros bandidos... Essas pessoas que têm estudo, que têm caráter, junto com uns caras desses? Existem crimes piores." Se forem indiciados, os acusados vão responder por tentativa de latrocínio (pena de 7 a 15 anos de prisão em caso de condenação) e lesão corporal dolosa (de 1 a 8 anos de prisão).

25 de jun de 2007

estupidez!


24/06/2007 - 17h45


Jovens de classe média são acusados de roubar e espancar doméstica no Rio
Fabiana Cimierido Rio de Janeiro


Cinco jovens de classe média são acusados de ter roubado e agredido a socos e pontapés a empregada doméstica Sirlei Dias Carvalho Pinto, 32, que estava em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, bairro de elite na zona oeste do Rio, na manhã deste sábado (23). Um dos três acusados que foram presos justificou o crime à polícia dizendo que acharam que a mulher era "uma vagabunda". Dois deles estão foragidos.
O crime aconteceu por volta das 5h de sábado. Os jovens fugiram levando a bolsa de Sirlei, com telefone celular, documentos, carteira e R$ 47. Ela entrou correndo no prédio em que trabalha. Um motorista de táxi que testemunhou o crime anotou a placa do carro dos acusados e avisou ao segurança do edifício onde ela havia entrado.
Sirlei havia saído cedo da casa da patroa para ir ao médico. Segundo ela, o Gol preto com cinco ocupantes parou a cerca de 100 metros do ponto. "Eu vi que eram filhinhos-de-papai e achei que fossem entrar no prédio em frente. Mas eles vieram em minha direção, arrancaram a bolsa e começaram a me bater e xingar. Xingaram muito", disse.
Ela contou que se abaixou e colocou as mãos no rosto, numa tentativa de se proteger. Ao mesmo tempo, todos os rapazes chutavam sua cabeça: "Ainda estou com muita dor de cabeça". Eles também teriam agredido, com menos violência, outras duas mulheres que também estavam no ponto. Essas teriam conseguido fugir entrando em um ônibus.
Com o olho esquerdo roxo e um corte na face, além de hematomas no antebraço que comprovam sua tentativa de se defender, Sirlei foi levada pelo patrão para o Hospital Lourenço Jorge, onde foi atendida.
Através da placa do carro, policiais da 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca) chegaram ao dono do carro, o estudante de direito Felipe Macedo Nery Neto, 20. Ele foi o primeiro a ser preso, confessou o crime e entregou os outros participantes, segundo a polícia.
Leonardo de Andrade e Júlio Junqueira, 21, também foram presos. Segundo o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, eles seriam indiciados por roubo, lesão corporal dolosa e formação de quadrilha e deveriam ser transferidos para a Polícia Interestadual (Polinter) ainda neste domingo. Os procurados pela polícia por suposta participação no crime são Rodrigo Bassalo, 20, e Rubens Arruda, 19.
Na porta da delegacia, o técnico em informática Sérgio, pai de um dos jovens presos, que não quis dar o sobrenome nem dizer o nome do filho, disse estar em estado de choque. Segundo ele, os meninos se conheciam porque moravam em condomínios vizinhos e freqüentavam os mesmos lugares no bairro.
Na hora do crime, eles voltavam de uma festa rave no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste. "Como pai eu sou suspeito, mas meu filho estudava e trabalhava, ia e voltava do trabalho comigo, é um garoto bom", desculpou ele, contando que o rapaz afirma que não participou do espancamento, porque estava alcoolizado e sem condições de descer do carro.
"Se ele não participou, tenho medo que sua vida fique marcada por esse episódio, mas se espancou essa moça e a Justiça provar isso, então ele vai ter que pagar", disse Sérgio.
É o mesmo que a doméstica e sua família querem: "Justiça", pediu ela, que ainda não decidiu se irá processar os agressores por dano moral. "Eu também tenho um filho homem e não quero nada de mau para esses garotos, mas eles têm que ser julgados pelo que cometeram", disse o pedreiro Renato Moreira Carvalho, pai de Sirlei, que a acompanhou para prestar depoimento na delegacia.

21 de jun de 2007

puros e inocentes

Judeus ortodoxos contra gaysChineses comemoram o aumento do PIB


16 de jun de 2007

Raul é raul

http://www.youtube.com/watch?v=QoIBW43-JfQ

Todo mundo explica tudo

Não me pergunte por que
Quem-Como-Onde-Qual-Quando-O Que?
Deus, Buda, O tudo, O nada, O ocaso, O cosmo Como o cosmonauta busca o nada
Seja lá o que for, já é
Não me obrigue a comer
O seu escreveu não leu
Papai nos deu a cabeça
Do Dr. Sigismundo
Porque sem querer cantou de galo
Cada cabeça é um mundo Gismundo
Antes de ler o livro que o guru lhe deu
Você tem que escrever o seu
Chega um ponto que eu sinto que eu pressinto
Lá dentro, não do corpo, mas lá dentro-fora
No coração e no sol, no meu peito eu sinto
Na estrela, na testa, eu farejo em todo o universo
Que eu estou vivo
Que eu estou vivo, vivo, vivo, vivo como uma rocha
E eu não pergunto
Hoje sei que a vida não é uma resposta
E se eu aconteço se deve ao fato de eu simplesmente ser
Se deve ao fato de eu simplesmente ser

Mas todo mundo explica
Explica, Freud, o padre explica, Krishnamurti tá vendendo
A explicação na livraria, que lhe faz a prestação
Que tem Platão que explica tudo tão bem vai lá que
Todo mundo explica
Protestante, o auto-falante, o zen-budismo,
Brahma, Skol
Capitalismo oculta um cofre de fá, fé, fi, finalismo
Hare Krishna, e dando a dica enquanto aquele papagaio
Curupaca e implica
Com o carimbo positivo da ciência que aprova e classifica

O que é que a ciência tem?Tem lápis de calcular
Que é mais que a ciência tem?
Borracha prá depois apagar
Você já foi ao espelho, nego?
Não? Então vá!

DISCO: Mata Virgem, 1978

cartão postal - Rio de Janeiro




cartão postal - Rio de Janeiro


cartão postal - Rio de Janeiro


cartão postal - Rio de Janeiro


cartão postal - Rio de Janeiro


cartão postal - Rio de Janeiro


cartão postal - Rio de Janeiro


11 de jun de 2007

Quem te viu, quem te vê!

Americano toma "banho de povo" num dos países mais pró-EUA do mundo

CRAIG S. SMITH
DO "NEW YORK TIMES", EM TIRANA

A Albânia é um dos poucos lugares que ainda restam no mundo onde o presidente americano, George W. Bush Bush, pode desfrutar de um ambiente de sentimento pró-americano declarado. Ontem, um dia depois de enfrentar protestos em Roma, ele tomou um "banho de povo" em Tirana, com milhares de pessoas nas ruas para saudá-lo.
"A Albânia com certeza é o país mais pró-americano da Europa -talvez até mesmo do mundo", disse o prefeito social-democrata de Tirana, Edi Rama. Milhares de albaneses foram batizados de Bill ou Hillary, graças ao papel exercido pelo governo Bill Clinton (1993-2001) em resgatar a população de origem albanesa de Kosovo, em 1999. Escrevendo sobre o clima efusivo, um jornal publicou manchete dizendo "Por favor nos ocupem!".
O apoio dado pelos albaneses à guerra no Iraque é quase unânime. Qualquer escolar do país lhe diz que o governo de Woodrow Wilson (1913-1921) salvou a Albânia de ser dividida entre seus vizinhos após a 1ª Guerra Mundial.
A Albânia esteve entre os primeiros países a apoiar a recusa de Washington em submeter-se à jurisdição do Tribunal Penal Internacional. Foi um dos primeiros a enviar tropas ao Afeganistão e a unir-se às forças no Iraque. "Nossos soldados continuarão (nesses países) enquanto houver americanos ali", disse o presidente albanês, Alfred Moisiu.
A licitação para a maior obra pública da história do país - uma rodovia que vai interligar a Albânia a Kosovo- foi ganha por uma joint-venture liderada pela americana Bechtel.
Edi Rama, o prefeito de Tirana, se diz ofendido quando o sentimento pró-americano é visto como expressão de "submissão provincial". "Não é questão de sermos cegos", disse o prefeito, com camiseta estampada com o Grande Selo dos EUA. "Os EUA são algo que é realmente crucial para o destino do mundo.
"Em preparação para a visita de Bush, Tirana foi recoberta com cartazes proclamando "Temos Orgulho de Sermos Parceiros". Um retrato de Bush foi pendurado na Pirâmide, o centro cultural em Tirana erguido como monumento a Enver Hoxha, o ditador comunista (1944-1985) que isolou a Albânia do mundo e se manteve até a morte um stalinista ferrenho.

Blogado especialmente parao dentinho, de Londrina! Ha, ha, ha...

publicado na F. de SP. 11/06/07

Reforma agrária, por justiça e soberania popular


JOÃO PEDRO STEDILE

ESTAMOS enfrentando um novo momento da luta pela reforma agrária, no qual a agricultura se apresenta numa verdadeira encruzilhada. De um lado, o futuro de mais de 4 milhões de famílias de trabalhadores rurais e das nossas riquezas naturais. De outro, as forças do latifúndio aliadas com grandes grupos estrangeiros que adotaram o modelo agroexportador como única forma de organizar a produção agrícola.
O agronegócio dá prioridade às monoculturas em grande escala, por meio da expulsão do homem do campo com a mecanização, do uso de agrotóxicos sem responsabilidade e da agressão ao ambiente. Até matam camponeses e indígenas, como apontam levantamentos da CPT (Comissão Pastoral da Terra).
O objetivo é o lucro fácil e o aumento das exportações para sustentar o modelo neoliberal. Isso tem como resultado concentração da terra, riqueza e renda. Conseqüentemente, aumenta a desigualdade, o número de pobres e o êxodo rural que engrossa as favelas das cidades.
Os seus porta-vozes em jornais, nas universidades e até no governo Lula se atrevem a dizer que a questão agrária está resolvida. Sim, têm razão! Está resolvida para garantir os interesses do latifúndio e do capital financeiro. Mas as necessidades do povo brasileiro continuam sem solução.
Estamos reunidos em mais de 18 mil trabalhadores rurais para debater a necessidade de um modelo agrícola democrático, que garanta a todos acesso a trabalho, terra, água e sementes. Temos o apoio e a companhia de amigos que atuam em igrejas, universidades e no Parlamento, além do movimento sindical, popular e camponês internacional.
O 5º Congresso Nacional do MST é realizado num momento especial da nossa história, quando o país precisa de um modelo agrícola que aponte para a geração de emprego, distribuição de renda e acesso à educação para as famílias do meio rural. Aí está o significado de uma verdadeira reforma agrária, com justiça social e soberania popular: todo cidadão brasileiro deve ter direito a terra, emprego e renda.
Precisamos de uma nova organização da agricultura, com prioridade à produção de alimentos para o mercado interno, usando técnicas agrícolas que respeitem o ambiente e preservem a saúde dos consumidores. Para isso, deve estar submetida aos interesses da sociedade, não apenas ao lucro de grupos financeiros. Em mais de 20 anos, passamos por momentos importantes da vida do povo. Militamos pela redemocratização e ajudamos a preservar o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Resistimos às privatizações e denunciamos os efeitos do neoliberalismo desde a era FHC.
Ajudamos a eleger uma candidatura historicamente comprometida com a luta contra o latifúndio.
Mas não faltam aqueles que nos atacam dizendo que a reforma agrária é cara. Nada dizem sobre os R$ 600 bilhões, denunciados até pelo vice-presidente José Alencar, que foram repassados pelo governo aos bancos nos últimos quatro anos. Outros repetem que a democratização da terra é ineficiente.
Ineficiente é o latifúndio do agronegócio, que impede a atualização dos índices de produtividade no país, sobrevive com financiamentos públicos e faz anualmente renegociações para não pagar suas dívidas com os cofres públicos.
O modelo agroexportador, que escravizou nosso povo por séculos, também era eficiente -à custa do trabalho escravo. Nos nossos assentamentos, todos têm trabalho, alimentação, moradia e educação para todas as crianças. É a dita ineficiência. A reforma agrária não é apenas uma questão de eficiência produtiva, mas de justiça social e soberania popular.
O MST seguirá organizando os trabalhadores para que lutem por seus direitos e por uma sociedade mais justa. É claro que a participação dos pobres é um incômodo para a classe dominante e governante, porque sabe que somente a luta pode sustentar as mudanças sociais.
Estamos convencidos de que a reforma agrária não é só algumas medidas de compensação social ou a mera distribuição de lotes, como a burguesia fez no passado em todos os países industrializados e desenvolvidos.
Um novo modelo de produção agrícola implica a derrota do neoliberalismo e da voracidade do capital internacional, que quer controlar terra, sementes, água, mão-de-obra e o mercado nacional. Temos consciência de que essas mudanças não dependem apenas dos sem-terra, mas de uma grande aliança entre todas as forças sociais do país em torno de lutas da sociedade brasileira.

10 de jun de 2007

vote no Cristo


para ser retirado do meio de tanta beleza!

9 de jun de 2007






















trabalho de Kristófer Paetau, exposto na bienal de praga (2007):
cãezinhos importados da Bolívia (mas q lá foi proibido de ser apresentado)



Kristófer Paetau, um artista finlandês que esteve aqui no Rio até mês passado, fazendo residência no CAPACETE.
Os sites dele:
http://www.paetau.com/downloads/KiezAvantgarde/ThePunishment.mov
http://www.brodypaetau.com/

quem quiser ir direto, tem esse movie aí "against" Bush:
http://www.paetau.com/downloads/KiezAvantgarde/ThePunishment.mov

esse outro convidando - tentando - convidar Gerard Richter para uma exposição:
http://www.brodypaetau.com/downloads/videos/GerhardRichterTelephone.mov

e esse, artistas neodadaistas de vanguarda lambendo o cu do curador (só cuidem--se com o purismo, ok? leiam a bula, depois):
http://www.brodypaetau.com/downloads/videos/LickingCuratorsAss.mov

o LE DÉJEUNER SUR L'HERBE (2006) à maneira bizarra dos trabalhos de Kristofer.
http://brodypaetau.com/?page_id=9

e praquele que disser que eu tou mentindo eu tiro o meu chapéu:

http://www.paetau.com/downloads/KiezAvantgarde/ThePunishmentReaction.html





(uma contra argumentação, que não deixa de reforçar o argumento...)

puta solidão do caralho!



clica pra ver grande.

pesquisa:

site:upload.wikimedia.org Edward S. Curtis photographs

ou, diretamente:

http://images.google.com.br/images?q=+site:upload.wikimedia.org+Edward+S.+Curtis+photographs&ndsp=20&svnum=10&um=1&hl=pt-BR&rlz=1T4GGLR_pt-BRBR220BR220&start=0&sa=N

8 de jun de 2007

o contra-ataque


clica na imagem que vê melhor

5 de jun de 2007

estudantes são achincalhados por reitor da UEL

FOLHA DE LONDRINA, 03 DE JUNHO DE 2007

PLANO DE SEGURANÇA DA UEL - Universidade é campo fértil para o tráfico

Reitor disse, em visita à FOLHA, que a segurança na UEL vai além da construção de um muro, é necessário contratar seguranças, mas admite não ter autonomia para fazer isso




Os protestos que impediram a realização de audiência pública sobre o Plano de Segurança da Universidade Estadual de Londrina (UEL), na última quarta-feira, marcaram o primeiro grande conflito entre o reitor Wilmar Marçal e o movimento estudantil. Em entrevista à FOLHA, o reitor lançou dúvidas sobre a legitimidade dos opositores do plano. Também falou dos decretos do governo estadual que ameaçam a autonomia universitária.

O senhor imaginava que o Plano de Segurança provocaria tanta polêmica?
Imaginava. Temos fortes indícios de que a UEL é campo fértil para o tráfico de drogas. Quando se mexe com organizações que têm interesse em que o campus continue aberto, espera-se manifestações.

Os estudantes dizem que não estão tendo voz na discussão...
Os estudantes estão sem representação no Conselho há mais de seis meses. Passamos para eles a necessidade de se cumprir os quesitos previstos no regimento da UEL, mas continuam irregulares. O plano está sendo discutido, sim, com os centros de estudo e departamentos. O entorno da UEL, através de 40 pessoas representativas, já se manifestou favorável. Esses estudantes (que promovem os protestos) estão tendo provavelmente fomento e ajuda financeira de alguém, porque têm dinheiro para gastar com faixa, repique, bumbo, nariz, uma série de coisas que não condiz com o discurso de que são carentes. É preciso identificar quem está por trás disso.

Alguma idéia?
Acho que há interesses partidários, talvez de grupos de ultra-esquerda.

Interesse de partidos, de traficantes... Não há opiniões contrárias ao plano que sejam isentas? Temos várias nas sessões de cartas...
Eu questiono um pouquinho a idoneidade das cartas, acho que algumas são também fruto de organizações interessadas em mostrar um lado contrário. E existe muita desinformação. A opinião pública precisa saber que boa parte dos alunos que fazem parte desse movimento contrário são repetentes há seis, sete anos. Eu também questiono por que isso acontece.

Os próprios seguranças da UEL apontam que o quadro está defasado. A contratação de mais vigias não poderia anteceder uma medida mais radical?
Contratação depende do governo do Estado, existe um limite de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Não temos autonomia para fazer isso. É lógico que a universidade precisa de mais efetivo, ela cresceu muito. Temos que ter 200 vigias, e não 138 como tem hoje. Além disso o quadro dos agentes de segurança está bem próximo da aposentadoria.

Em relação ao governo estadual, a UEL vai brigar para recuperar a autonomia das viagens de professores ao exterior?
Estamos tentando convencer o governador a reestudar o decreto 5.098, que trata disso. O professor quando vai para o exterior ele vai em busca de contatos e aprimoramentos. É característica da pesquisa; acontece em todas as universidades. Na UEL temos assessoria de relações internacionais que é um setor que busca contatos com pesquisadores de todo o mundo e isso inclui um trabalho de levar estudantes para intercâmbio. A idéia é que a UEL se fortaleça ainda mais nesse quesito.

Os reitores reclamam que nem a própria secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia Puppato, vem participando dessas decisões. A pasta está sendo relegada nesta gestão?
Não há a efetiva consulta que deveria ter. No momento em que o governo, através de seu líder na bancada legislativa, faz um projeto para unificar o calendário dos vestibulares na calada da noite, e sequer a secretária é consultada, alguma coisa está errada.

Vanessa Navarro
Reportagem Local

4 de jun de 2007

Senadores papagaios...

para participar do abaixo-assinado, clica aí:
Desautorização e Pedido Formal de Desculpas à Venezuela

http://www.petitiononline.com/NOPLANB/petition.html

Desautorizando os papagaios

Clica aí quem quiser ir para o abaixo-assinado:
Desautorização e Pedido Formal de Desculpas à Venezuela

http://www.petitiononline.com/NOPLANB/petition.html

Situação na América Latina

Claro que:
Corre risco de que os movimentos sociais deixem de serem vistos como interlocutores e passem a existir somente como subordinados aos governos de massa. Ou seja, do outro - mais forte, maior - reivindicar o espaço do pequeno, do fraco, ao invés de, em uma situação estatizante, fortalecer a voz do pequeno como legítima, ao menos tentar ouví-lo, apoiar sua organização.
Ou seja, os parceiros de antes, que apostaram em candidaturas populares tornarem-se personas non gratas por tentarem estabelecer críticas independentes.
Corre o risco de não haver oposição: nem dentro, nem fora. E quem for contra ficar isolado. Ou ser perseguido.
E a tal autonomia e independência ser apenas um discurso para um outro tipo de imperialismo: um imperialismo de esquerda.

Claro, estamos falando de sutilezas.

E é bom pensar nisso como uma nuance de pensamentos que corre o risco de ficar ou NISSO, ou NAQUILO, sem compreender que sempre há a possibilidade da coalizão, do meio termo, da alternativa de uma ordem em que a própria sociedade assuma para si o controle dos seus próprios designios, sem depender de uma máquina estatal.

Mas, menos ainda, precisamos, queremos e estamos dispostos a aceitar a continuidade desse sistema selvagem de capitalismo neoliberal globalizado que nos torna dependendentes da lógica e do raciocínio econômico.

Portanto, é preciso um pouco de controle na hora de criticar os governos dos países vizinhos, para não darmos continuidade ao mesmo discurso que a direita vem pregando, incorformada de ter perdido o poder, na base dos votos. Logo ela, que acreditava tanta na democracia!

2 de jun de 2007

né por nada

mas o havez chamar o Congresso brasileiro de "papagaios do imperialismo" faz mais que jus ao que els são, realmente.
Afinal, a tal da RCTV tinha uma concessão do Estado para operar umcanal de TV e o Estado não quer mais renovar o contrato com a empresa. Afinal , quem é que renovaria um contrato com um inimigo declarado que, inclusive, tentou dar um golpe baixíssimo, no governo Venezuelano? Contratar franco-atiradores, com a camiseta do Chavez, para atirar nos próprios companheiros deles, dizendo tratar-se de membros Chavistas, e repetir ad nauseaum na tv, condenando o crime, sendo que foram eles os contratantes e mandantes do crime, merecia, além da retirada daconcessão, cadeia, nó mínimo.
Aí vem o Congresso brasileiro, movido à campanha da Globo e da Folha de são Paulo, mandar cartinha para a Venezuela, condenando o fato, ora, meus amigos, isso não. Papagaios do Imperialismo.
Chavez está certíssimo!