24 de set. de 2008

fazendo arte

Professora é colada em cadeira por alunos

Docente de Campinas teve queimaduras de 1º grau nas pernas ao se sentar em local com cola de secagem rápida

DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS

Três alunos de 12 a 15 anos, da 5ª série da Escola Estadual Reverendo Eliseu Narciso, no DIC 3, na periferia de Campinas (99 km de SP), colaram com uma cola de secagem rápida uma professora de artes de 28 anos na cadeira que ela usava.

22 de set. de 2008

prisão do governador de Pando/Bolívia

Tal é a quantidade de provas contra Leopoldo Fernández que nem os outros governadores da “Meia Lula” boliviana colocaram sua libertação como pré-condição para negociarem com o governo Evo Morales. Se a prisão do ex-governador de Pando tivesse sido injusta, seria inconcebível que os governadores oposicionistas aceitassem negociar com quem o prendeu, pois se prendeu um deles injustamente é óbvio que todos estariam ameaçados de sofrer o mesmo.

http://www.estadoanarquista.org/blog/?p=300#respond

21 de set. de 2008

Manipulação de informação e intolerância política na A.L.

O jornalismo se acostumou, no senso comum, a não mais pensar nem refletir sobre as questões ideológicas que movem as ações no campo da política. Em verdade nem precisaria dizer isso, basta ver as manchetes dos noticiários mais influentes do país - de Veja à globo, de Folha de São Paulo ao jornaleco mais merreca de qualquer cidadezinha do interior - condenando frontalmente e sem nenhuma consideração, as atitudes de Evo Morales, Hugo Chavez, Rafael Correa, Bachelet, Kirchner e, até o Lula.
Principalmente condenando Evo e Chavez.
É ridículo. Quando as ONGs de Direitos Humanos (Human Rights) defendem um melhor tratamento carcerário no Brasil, ouvimos em alto e bom som que seus agentes deveriam ir para a cadeia por defenderem criminosos. Mas, quando acontece, como aconteceu agora, de expulsarem pessoas dessas mesmas ONGs da Venezuela, então o Chavez é um ditador.
As pessoas se acostumaram a defender o capitalismo excludente e imperialista e naturalizaram tal discurso, dizendo que falar o que quer é parte da democracia, mas não aceitam um governo de esquerda na América Latina, principalmente quando este mostra, por A mais B, o quão fascista é aquilo que é defendido como "valores democráticos". Lêem nas manchetes dos jornais "Chavez expulsa ONG de direitos humanos" e dizem: "hijo de puta", mas não conseguem ler nas entrelinhas o que esses meios de comunicação estão, de fato, querendo vender. Ou seja, nem que for a mãe, mas eles tem de vender. E precisam de gente acreditando naquilo que eles dizem. Ou então é assim: "Bolívia anda para trás". Sem dizer que é a primeira vez em 500 anos de dominação, que um índio chega ao poder naquele país (e, de resto, acho que em toda América Latina.
Mas o pior de tudo é quando, mesmo quando vc dá um search no google e vai atrás de notícias independentes e só consegue ter acesso aos mesmo discursos míopes de quem não consegue tolerar a diferença e a liberdade, ainda que seus discursos sejam recheados da ânsia de "diferença e liberdade".
sobre a expulsão dos "ativistas de direitos humanos dos EUA", reclamando "falta de democracia na Venezuela", seria bom ter mais algumas informações por parte do próprio governo - que, afinal, deveria ser ouvido, antes de ser condenado - como a de saber que:
“o governo erradicou o analfabetismo, levou saúde à população mais pobre, garante acesso ao trabalho, isso é respeito aos direitos humanos, não violação”, afirma German Sálton, representante do Estado venezuelano na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. “Quando houve o golpe de Estado e o canal estatal foi tirado do ar, esta organização (ONG) não emitiu nenhuma frase condenando esta violação à liberdade de expressão, nem tampouco contra o golpe”, acrescentou.
Quem não viu ainda o vídeo "a revolução não será televisionada", é só assistir em http://www.youtube.com/results?search_query=a+revolu%C3%A7%C3%A3o+n%C3%A3o+ser%C3%A1+televisionada&search_type=&aq=f , para que não reste dúvida do que estamos falando aqui. No mais, meu amigo, se você acha que essa conversa toda é "dejà vu", você deveria rever um pouco seus conceitos e perceber que estamos, de fato, passando por uma mudança no painel político em toda a América Latina - Paraguai acaba de entrar - que é fruto, inclusive de toda a contradição do racionalismo branco-saxônico-protestante-liberal que dá sinais claros de seu esgotamento enquanto proposta universalizante e globalizada de uma pretensa ordem baseada na liberdade, no humanismo e na democracia. Justiça social parece ser uma questão a ser levada em consideração, também, de agora em diante.
E se tudo isso ainda não ter convence, pois você é anti-messiânico, então é preciso dizer que Adam Smith quando falou pela primeira vez "na mão invisível do mercado que a tudo regula", antes do liberalismo ter se tornado o que se tornou, também foi uma espécie de profeta messiânico em seu tempo e essa poderia ser uma leitura mais generosa para o que está acontecendo na política, hoje. Enfim e em todo caso: sejamos mais cuidadosos com os rótulos e menos "generalistas" quando tiver de sermos.

19 de set. de 2008

e praquele q disser queu tô mentindo eu tiro meu chapéu




Imagem do Hélio Leites no Arte em Circulação, no dia da presença de Luís Andrade:
“Quasi cinema e o cara vem com um boné de filme fotográfico na cabeça, perguntando ‘onde é que está o meu palíndromo?’ é nobre ter boné. pois é: não fosse isso e era menos, não fosse tanto e era plágio. Cosmococa no guarda-pó do Hélio Leites: viva a via Láctea”

18 de set. de 2008

poema

Gestalt trans-além

Esqueçam Hiroshima/Nagasagui

Apaguem Auschwitz

Foi decretado o amor

a ordem e o progresso

Para o bem do país.

Façamos como Rui Barbosa

para simplificar o trabalho dos

especialistas Colocando fogo

nos anais da Negra história

Nada de memória

nem más notícias.

A Democracia é para todos

Militares em seus devidos postos

E não se fala mais nisso

Do horror que houve

vire-se o rosto

Usem tintas

sobre as chagas do Cristo.

Também se sofreu

Matando, torturando, destruindo

Mas veja que lindo!

o sol da liberdade vem raiando

Dê-me a mão e vamos

caminhando e cantando

O futuro é aqui e agora

e está nos esperando.

Se a liberdade era tão

Querida Ela agora é ofertada

No mesmo kitsh onde se compra

Granada, tiro e bofetada

celular, sonho e pancada

A vida é para ser vivida

E não há nada que se possa fazer

Pelas vidas passadas.

16 de set. de 2008

situação em cuba, hoje



10 de set. de 2008

e-mail da Moana

Na (obs)cena funk do Rio... (Registros em vídeo + Manifesto Esquizotrans)


E eles estão aí, ocupando ruas, guetos e palcos ... cruzando a (obs)cena funk
carioca, liberando suas línguas ferinas, entre arrepios, risos e apalpadelas gerais...!!! Feirantes, casais, crianças, gente "descolada", sem-teto e até a Guarda Municipal estão presentes... não há tanto a transgredir em plena feira domingueira da Glória, mas dá para tirar outras casquinhas também.

No queer funk-core dos "Solange, tô aberta", ou no funk pop lesbian da MC Chuparina, o queer movement, o
pós-feminismo e outras vozes... Eles estão por dentro, mandando suas mensagens trans-psicanalíticas e tirando sarro da monocultura "gostosa" do star-system... divertindo e abduzindo mil outras humanas "máquinas desejantes"...botando a mão, dedos, coxas e bundas na massa!


Vejam os registros em "videoclipe-docs" -
em plano-sequência- de "Solange, tô aberta" ("Fuder Freud") e "MC Chuparina" ("Comi a Britney em Nova Iorque"), na ocupação "Independência Total" do coletivo "La Rica" na feira da Glória (Rio de Janeiro, 7/9/2008). Colaboração minha com os movimentos... registrando o grito de independência ou morte de todos os gêneros!!!!!


Solange, tô aberta :: http://www.youtube.com/watch?v=qcDwdkeFYUM

MC Chuparina :: http://www.youtube.com/watch?v=YpuPiUCz0Qo




Abaixo, manifesto vindo do Zine Esquizotrans, de Fabiane Borges, Hilan Bensusan e Tina Galinda ...

(mais em: http://esquizotrans.wordpress.com/)


Manifesto Esquizotrans


Não acreditamos mais no esgoto a céu aberto que separa a alma da genitália. Nem conseguimos mais nos enganar com a pornografia da carochinha de que não há almas dentro da alma, nem genitálias dentro da alma, nem genitálias dentro das genitálias, nem papai noel sem xoxota. Deixamos essas Padre-Marias e Ave-Nossas para quem se aflige de todo escroto e todo o clitóris de saudade do missionário gostoso que comia as tupinamboas sempre enfiando alguma trosoba desocupada nos buracos permitidos pelos carimbos da Igreja, do Hospital e do Corpo de Bombeiros. Nós queremos ser bonobos de meia-buceta, orangotangos com línguas eretas, e queremos enfiar nossas bucetas pré-fabricadas dentro dos bueiros molhados das favelas de onde um dia sairá a super-traveca, o hermafrodita da racha pintuda e da mão boba – ele vai nos salvar com seu coração feito de granada de ânus, dois olhos verdes apontados para dentro das vaginas em que se disfarçam os pênis, um montinho de vênus que é floresta tropical pubiana onde habitam buracos, protuberâncias, nascentes gosmentas, Monique Wittig e um leopardo. E os dois olhos, um querendo te comer e outro querendo te dar. Crocantes. E intransigentes.

Não aceitamos a tirania da monossexualidade sã e salva; deixem a Electra comendo o Édipo de pauzinho. Chega destas obsessões com porcas e parafusos fixos, nem somos feitas de aço inoxidável e nem de desejos curáveis, eles são obscenos e tem neconas mesmo que sem zarô, cavalas em disparada, necas de pitibiriba. Que tal eu virar Elke Maravilha e depois o Barack Obama e depois a Herculine Barbin e depois Max Ernst com uma bunda de Carla Peres antes de você terminar de gozar? Não aceitamos a tirania das monoidentidades e vamos passar a portar mais de um equipamento sexual, seremos portadores de mais de uma fissura retroativa em mutação, portadores de mais de uma carteira de identidade – uma para cada órgão do corpo que formos inventando. Não me diga que se lembra? Finja que está fingindo, improvise no seu bairro as pernas abertas e passe por baixo delas porque depois do arco-íris há uma língua, um gemido e uma hiena. Que é de lixo que somos feitos; pinto no lixo, reciclado em cotovelo, tornozelo virado da mãe do avesso, toda retráctil.


--
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Moana Mayall

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9 de set. de 2008

a terra vai treme e e e e




cáostigo

só dá caos ter cais

8 de set. de 2008

palavrório

nestas sendas onde sondas santas sem nome são ondas

4 de set. de 2008

semana da pátria



só para lembrar que Setembro, chove!
A ironia da ironia pode ser um disfarce, também. o que não deixa de ser uma ironia. Essa aí eu peguei no uol. com vocês (clica em cima para aumentar a imagem, afinal se até o petróleo tem que procurar...):

29 de ago. de 2008

e essa vai pra todos os meus fãs. amo vocês, galéra, uhuuuuu!


Caetano, o Rei e o show de naftalina

Mais preocupados em lustrar prestígio de Tom Jobim do que em ousar e suplantar-se, totens da MPB fazem noite tediosa

Crítica Jotabê Medeiros


trechos:

Naftalínico, o concerto cedeu à nostalgia, à vontade de que o tempo fique congelado, que as coisas sejam imutáveis e polidas ad infinitum.

Foi como num jogral escolar em homenagem ao Duque de Caxias ou coisa parecida, em que as qualidades do homenageado são discorridas de forma artificial, mal ensaiada. Um lustro tedioso num monolito de ouro.

A bossa de Caetano e Roberto, ao menos nesse show, está doente e chamaram dois totens da MPB para fazer a necrópsia.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080827/not_imp231284,0.php

28 de ago. de 2008

Entrevista (CQC) espontânea e descontraída

http://www.youtube.com/watch?v=pReQFQA1C24

com o deputado Sandro Mabel

26 de ago. de 2008

A CHINA, PELO SIMÃO

...dizem que a China pirateia. Que nada, isso é compensação de royalties! A China inventou o macarrão, mas é a Itália quem leva a fama. A China inventou a pólvora, mas quem usa e abusa são os Estados Unidos! A China inventou a seda, mas é em Paris que o pessoal faz vestido. Ou seja, por mais que eles pirateiem, eles ainda estão no prejuízo. Isso sem falar no pastel de feira! Rarará!

E a melhor piada pronta das Olimpíadas foi o cavalo pego no doping: o Chupa Chups!

http://noticias.uol.com.br/monkeynews/ultnot/2008/08/25/ult2529u407.jhtm

ACHEI!


Foto: Rogério Reis

Achei o bronze em molde da fotografia mãe, do pai, modelador da filha, que toca minhas mãos e as tornam delicadas, como a moldar palavras que se tornarão bronze, na lápide fugaz de uma imagem passageira.


[CONTRA TORTURA] ato em frente ao antigo DOI-CODI da rua Tutóia/SP

"(…) A sociedade e o poder público silenciam sobre os DOI-CODIs que continuam existindo diariamente na maior parte das delegacias do Brasil. A tortura e execução sumária continuam fazendo parte da política policial, sendo lamentavelmente uma prática cotidiana.

Entendemos que a impunidade de ontem reproduz a impunidade dos agentes do Estado hoje, ou seja, é ela que permite que a tortura se reproduza nos dias atuais. Se não há punição para o Coronel Brilhante Ustra, para Aldir Maciel, para Carlos Metralha e tantos outros sádicos torturadores, não haverá justiça para os mortos do Carandiru, para os massacrados da Candelária, nem para as centenas de vítimas assassinadas em maio de 2006, pela sede de sangue da polícia paulista contra o PCC.

Somos todos aqueles que acreditam que nunca será possível atingir uma verdadeira democracia para todas e todos, sem que haja o fim da tortura e da impunidade com os crimes dos agentes de Estado ontem e hoje! (…)"

Trecho do "Manifesto das novas gerações pela Verdade, Memória e Justiça", leia o texto na íntegra publicado no CMI por MOVIMENTO DOI-CODI NUNCA MAIS:


http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/08/427039.shtml





21 de ago. de 2008

pássaros de fogo, Stravinsky

http://www.youtube.com/watch?v=5tGA6bpscj8

20 de ago. de 2008

Hay malas que van para Belém



20/08/2008 - 15h36

Casal perde vôo acidentado por apenas três minutos

17 de ago. de 2008

De ficar cabrêro!

Militares saíram da reunião e foram xingados por estudantes de TORTURADORES. Retribuitram xingando os estudantes de COMUNISTAS. Para o jornal O GLOBO, esse foi um desafeto fora de tempo.
Sinceramente, eu visto uma camiseta escrito COMUNISMO no peito. Quero ver alguém sair por aí com a mesma camiseta escrito TORTURADOR.

Assistindo, um dia desse, o Jornal Nacional falando da barriga do Ronaldão Traveco, a reportagem mostrou-o coçando o nariz com um subtítulo pra lá de insinuoso, dizendo, do nada e para o nada, que Ronaldo andava levando muito o dedo no nariz, ultimamente.

E as empresas de ônibus do Rio de Janeiro não permitiram que os estudantes e os aposentados se locomovessem sem pagar passagem e que estes deveriam esperar até que o sistema de cartão viesse a operar normalmente. É mole!

15 de ago. de 2008

favela tem cara!

Morro da Providência, Rio de Janeiro, agosto 2008

viva o mosquito, morte ao vírus!

o mosquito da malária é maior defensor da amazônia, canta lá o cara. Cá pra nós (até porque eu fiz o melô da Dengue) acho que deveríamos tratar do Mosquito da Dengue curando ele do vírus que o ataca. Isto é, o mosquiuto não nasce com o vírus. ele o adquire. e adquire isso em algum lugar ou com alguma coisa. então, para ajudar a combater a doença no humano, podia-se combater algo no ambiente onde o mosquito se contamina, assim como outros bichos.

11 de ago. de 2008

ANISTIA E OS CRIMES DE LESA HUMANIDADE

A discussão sobre a revisão da Lei da Anistia de 1979 é falsa e serve para desviar a atenção do real assunto que entrou em pauta após as famílias Telles e Merlino, bem como o Ministério Público Federal moverem ação cível contra o Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra e outros responsáveis pela tortura e desaparecimento forçado no DOI-CODI de São Paulo, trazendo à tona os conceitos que estão em jogo e que definirão os rumos da construção do estado democrático de direito no Brasil e o desenvolvimento da cultura do Nunca Mais em nossa sociedade.

A ONU e a Corte Interamericana de Direitos Humanos através de estudos na área da Justiça Transicional definem quatro conceitos fundamentais para avaliação da transição de um regime ditatorial para um democrático, visando que a cultura do Nunca Mais se instale na sociedade. O direito a verdade, a não impunidade, a reparação e a mudança das estruturas, conceitos e atuação dos organismos de segurança pública, são os pilares que garantem esta transição e devem ser desenvolvidos, simultaneamente, como condição para garantir a cultura do Nunca Mais.

O Procurador Regional da República do Ministério Público Federal Marlon Alberto Weichter em palestra proferida em dezembro passado, aponta que o Estado brasileiro está inadimplente em três das exigências da ONU, exacerbando a reparação como forma de escamotear a não abertura dos arquivos, a impunidade aos crimes de lesa humanidade e a manutenção de estruturas, conceitos e forma de atuar dos organismos de segurança pública.

O Brasil é signatário de tratados internacionais que desenvolveram o conceito normativo dos crimes de lesa humanidade, tais como a Convenção de Haia, ratificada em 02 de janeiro de 1914 e o Estatuto do Tribunal de Nuremberg ratificado em 21 de setembro de 1945 por ocasião da entrada do Brasil na ONU, onde no artigo 6c são qualificados como crime dessa qualidade os atos desumanos cometidos contra a população civil, a perseguição por motivos políticos, o homicídio, o extermínio e a deportação, dentre outros. Dessa forma, o Brasil tem integrado ao seu sistema jurídico o conceito de crime contra a humanidade, o que obriga os estados membros da ONU a promover a punição de torturadores, como o Cel. Ustra bem antes do golpe de 1964.

O Estatuto de Roma ratificado pelo Brasil em 24 de setembro de 2002, em seu artigo 7 classifica a tortura como crime contra a humanidade e portanto, não possue cobertura jurídica da Lei da Anistia, definição adotada também pela Convenção Interamericana de Direitos Humanos, cuja jurisdição é reconhecida pelo Estado brasileiro.

As graves violações aos direitos humanos que aconteceram durante o período da ditadura militar foram reconhecidas oficialmente pelo Estado brasileiro através do livro Direito à Memória e à Verdade publicado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, o que leva a justiça em nosso país, pela devida obediência aos tratados e acordos internacionais ratificados, apurar e punir os autores de tais fatos.

Os Ministros Tarso Genro e Paulo Vannuchi realizaram em Brasília a Audiência Pública "Limites e Possibilidades para a Responsabilização Jurídica dos Agentes Violadores de Direitos Humanos durante Estado de Exceção no Brasil", onde não se discutiu a revisão da Lei da Anistia, mas sim a distorção imposta aos brasileiros de que tortura é crime passível de anistia. Tortura não é crime político, nem tampouco comum e sim crime contra a humanidade, portanto imprescritível.

Quando perguntado ao presidente do Clube Militar, General Gilberto Barbosa Figueiredo, em entrevista publicada no sitio da instituição, se este é o momento de retomar esta discussão; ele argumenta "Não, acho que não. Pois o caminho que estávamos seguindo era de convergência, de harmonização. Esse foi o sentido da Lei de Anistia."

Teotônio Vilela que presidiu os trabalhos para a criação desta lei, deixou publicado em livro para a história através do Senado Federal, "um roteiro de como as coisas aconteceram" do começo ao final e é nítido que a legislação foi imposta através de mecanismos de controle parlamentar, como o esvaziamento das sessões em que propostas de alterações trazidas pelos membros do MDB foram sistematicamente rejeitadas e não discutidas. Através da maioria parlamentar, a ARENA votou o que os militares queriam para realizar a distenção e saírem impunes dos crimes que cometeram no período. "Ficou exclusivamente a proposta oficial" diz o Senador no prefácio do livro.

Das 306 emendas ao projeto de lei, o MDB apresentou 210, ou seja 68,63% e somente 19,52% foram aprovadas, sendo que a sua maioria em parte e conforme o texto do relator, o que reduz para muito pouco as alterações na proposta enviada pelo Gen. Figueiredo produzidas no difundido "diálogo" com a sociedade e a oposição, a despeito de todo o movimento pela Anistia – Ampla, Geral e Irrestrita. A charge publicada à época por Luiz Gê, diz o mesmo, mas mesmo assim não se trata de rever a Lei 6683 / 79.

A falsa discussão da revisão da Lei da Anistia encobre a questão central, que é o desrespeito pelo Estado brasileiro da legislação internacional à qual estamos todos submetidos, que classifica a tortura como crime contra a humanidade, perpetuando o sentimento de impunidade, que é o esteio desta tão nefasta prática presente hoje em todos os estados brasileiros, conforme apontam relatórios da Justiça Global e Anistia Internacional publicados recentemente sobre a tortura e violações dos direitos humanos no Brasil.

A democracia brasileira não pode prescindir da abertura dos arquivos para exercer o direito a verdade, da localização dos desaparecidos políticos para afirmar a cidadania, da apuração e julgamento das violações aos direitos humanos para inibir a cultura e pratica da tortura e da revisão da política de segurança pública para efetivamente consolidar o estado democrático de direito, que respeite a todos os cidadãos e em todo o território nacional. Estes são nossos desafios como nação para termos um Nunca Mais.


A paz é fruto da justiça e não do esquecimento!

Marcelo Zelic
Diretor do Grupo Tortura Nunca Mais–SP e membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo.

9 de ago. de 2008

show de rock

COLOCA NO PILOTO AUTOMATICO.
TODO MUNDO VAI FICAR DEPRÊ!

Ontem, no CEPensamento - Zarvos, Pires, Andrade, Tantão, Osvaldinho ET, Áspasia Camargo, indefectíveis punks de todas as vernissagens e cia (i)limitada - essa foi a fala do backing vocal antes da apresentação do repertório da banda (não sei o nome dele nem da banda, mas mandaram muito bem).

8 de ago. de 2008

Norte do Paraná urgente!



MANIFESTAÇÃO ANTI-USINA MAUÁ, EM DEFESA DO RIO TIBAGI!

MOVIMENTO SALVE O RIO TIBAGI!

NÃO À USINA MAUÁ, A FAVOR DA VIDA!

Sábado, dia 09 de agosto:

Às 8h30 – Protesto em frente a COPEL (Rua Chile, n. 10 – Vila Brasil)

Às 10h30 – Ato Público de apoio a índios e ribeirinhos atingidos pela barragem de Mauá.

Local: Calçadão de Londrina, em frente ao Banco do Brasil.

A partir das 14h – debate com ribeirinhos, no galpão do DCE (Diretório Central dos Estudantes da UEL – esquinas com ruas Piauí e Hugo Cabral).

Com a presença de ribeirinhos das cidades de Telêmaco Borba e Ortigueira e índios da Terra Indígena do Apucaraninha.

E mais : Rádio-Poste e Grupo de Percussão Lata.

7 de ago. de 2008

Arte com Justiça social e ambiental




Arte com Justiça social e ambiental

Por Rubens Pileggi

Segundo o artista alemão Joseph Beyus, que foi um inspirador para a criação do Partido Verde Alemão, “toda pessoa é artista”. Ele não quis dizer, com isso, que todo mundo tem talento para se tornar pintor, escultor ou desenhista, mas que todos são uma forma especial de artista naquilo que faz, se relacionarmos nosso fazer com o contexto onde esse fazer se aplica, com consciência política e ideológica clara no sentido de unir as preocupações sociais e ecológicas na ação de cada um.

Quando Beyus afirma que La rivoluzione siamo noi, fica muito claro que a questão é a de sairmos de uma cultura de economia e entrar em uma economia de cultura, de fluxos e relações de processos, não mais obreira, não mais de progresso industrial ou tecnológico, não mais do lucro e da exploração da mais-valia, mas da divisão, da solidariedade, das trocas justas, claras e transparentes.

Essa idéia de progresso aliada ao consumo, como se isso fizesse parte dos direitos democráticos e nossa liberdade dependesse desse tipo de um fluxo de pessoas, informações e mercadorias correndo pelo planeta, têm jogado para baixo do tapete uma discussão muito maior e nos coloca em cheque quanto não só em relação à distribuição da riqueza que o progresso produz, mas sobre o que fazer a respeito da natureza que vem se exaurindo, na medida em que será impossível dar a todos os 6 ou 7 bilhões de habitantes do planeta, água encanada, luz, asfalto, energia elétrica, computadores, ou – como pregam os apologistas da tecnologia, principalmente através dos meios de comunicação – o acesso a cirurgias plásticas e outras, como as feitas com células-tronco, e outras mais, que a ciência vem desenvolvendo.

É importante que a gente entenda que a ciência não se pensa. Que ela é funcional para servir a sociedade e que depende de recursos caríssimos para o desenvolvimento de pesquisas. E hoje, quem patrocina essas pesquisas é o mercado – regido por suas leis perversas – ou o Estado capitalista, que, em resumo, defende os interesses da propriedade privada.

Nesse sentido, os intelectuais e artistas podem contribuir, através do campo da Cultura, desconstruindo a lógica racional do desenvolvimento linear e controlado da sociedade, porque entendem que o controle da significação é o controle sobre o uso da mercadoria. Usar uma calça de marca x ou y, por exemplo, aparenta, para um determinado grupo, uma relação de poderio, de força, seja essa associada à juventude, à virilidade, ou mesmo, no caso de nossa sociedade capitalista, ao poder econômico enquanto poder absoluto. No fundo, como desvendou Marx, o valor da mercadoria é o seu fetiche.

Mas o que é a cultura? Cultura é tudo o que não é "natureza", tudo o que se artificializa através do humano, inclusive o olhar. O que os agentes culturais podem fazer é criar meios de enfrentamento à banalização consumista inventada como necessidade social.

Sobre esse tipo de limite, aliás, é importante ter em mente que a ideologia do progresso tecnológico não possui nenhum senso de tempo além da imediaticidade das leis de oferta e procura. Ela "naturaliza" o empobrecimento da informação e da comunicação como agentes transformadores, colocando-se como voz única no discurso das heterogeneidades. Estabelecer relações entre texto e imagem nesse território é também criar limites ao discurso hegemônico da mercadoria como fetiche consumista. É opor-se a ele de maneira a ressignificá-lo. Ou seja, desconstruir o modelo que considera natural que o determinismo obrigue uma pessoa a ter um emprego de apertador de parafusos como se isso fosse uma dádiva dos céus. Muitas vezes esse parafuso apertado será para ajustar uma bomba que irá matar os próprios irmãos. Será a construção de instrumentos de tortura de escravos, para escravos.

Em um país como o Brasil, não é mais possível pensar politicamente sem levar em consideração a nossa questão de identidade e nossa idéia de pátria, como exemplo para o mundo. Não há mais como falar em ambientalismo sem tocar na questão da justiça social. E não dá mais para ser de esquerda sem lutar pela causa do movimento em defesa do ambiente.

Em âmbito federal, sem Reforma Agrária e Urbana e sem a Legalização das drogas, estamos condenados ao neoliberalismo mais deslavado de ações pontuais cujo interesse é o de dar uma capa de verniz à miséria, à ignorância e à violência que grassa o país há tempos.

Recentemente fui à Amazônia e lá as pessoas me perguntavam se o Rio de Janeiro era, de fato, como mostrava a TV, ou seja, violento. Eu respondia que a percepção que eles tinham do Rio não estava totalmente errada, assim como as pessoas do Rio vêem as notícias sobre a Amazônia sempre falando de queimadas, toreiros, garimpo, devastação. E elas também não estão totalmente erradas. Mas o que é preciso entender é que a devastação da Amazônia está em relação direta com a violência do Rio de Janeiro (e São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, etc.). E que a idéia de progresso se ajustou à idéia de emprego e todo mundo está se matando por um serviço qualquer, mecanicamente realizado, sem preocupação nenhuma com as próximas gerações.

Precisamos entender que o Brasil ainda é muito rico em terras agricultáveis e em recursos naturais, mas que isso está ficando cada vez mais nas mãos de menos pessoas e de empresas de capital transnacional e os recursos naturais – como a água potável – não são recursos infinitos. Estamos mergulhados em uma concentração de riquezas que é das mais injustas do planeta. 5 mil famílias são donas do patrimônio de 45% da riqueza nacional.

O país, que tinha 50 milhões de habitantes, em 1950 – sendo que 70% da população viviam no campo – hoje tem mais de 190 milhões de habitantes e 90% da população vive nas cidades.

Dos 48 milhões de terras agricultáveis, 40 milhões estão sendo plantados com soja. Esta soja serve, em sua grandíssima maior parte, para exportação. E ela se torna ração para animais que serão abatidos para alimentação na Ásia e na Europa, principalmente.

É preciso pensar urgentemente em formas de diversificar a produção de alimentos no Brasil e na América Latina. Escapar da noção neocolonialista de impor aos países dependentes o emprego de mão-de-obra barata, extrativismo e monocultura. Quer dizer, nossa independência deverá ser através do desenvolvimento da pluricultura orgânica, não só na questão agrícola, mas nas consciências que estão poluídas com o agrotóxico da estreiteza de visão e do preconceito contra o que é nativo, contra o que é nosso, contra o que inventamos, seja por necessidade, seja por puro luxo e deleite.

E aqui entra a parte, também, de nossa pungente natureza, da nossa fartura. Da imensa cordialidade de nossa gente e da extrema fertilidade do nosso solo, em uma imensa área de uma das regiões mais belas do planeta. Isso quer dizer: das possibilidades de tornar o turismo como uma das pontes de geração de recursos e distribuição de riquezas com justiça.

Justiça com equilíbrio e uso de energias sem desperdício, como nos fala o Hexagrama 26, do I-Ching, que assim define a graciosidade e a beleza. Beleza que nos faz a todos amar a vida. Vida que é composta da relação entre cultura e natureza. Que se torna intensa nas palavras do poeta, nas ações do artista. Cada um de nós somos artistas. La rivoluzione siamo noi. A causa ambiental e a causa social fazem parte de uma única e solidária luta. Cabe-nos lutar!

6 de ago. de 2008

cinema nacional



Estava pensando ontem que os filmes nacionais estão muito mais presentes em nossa vida hoje do que há dez anos atrás, mas o modelo é aquele roliudiano de um chiaro escuro que nada tem a ver com a luz dos trópicos, a câmera fixa, como se nunca tivesse alguém manipulando-a atrás da cena. E, porra, já disse O cara: "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça". É preciso estruturar linguagens, criar uma visão de mundo a partir de nós mesmos. Não esse tipo de antropofagização de butique, até porque eu penso que está na hora de enfrentarmos o processo cultural não mais como eles em relação a nós, mas como um posicionamento político cultural originários dos trópicos, desde todos os estupros e influências estrangeiras até nosso ardende desejo iluminado por esse sol tropical, cuja influência está toda no início da arte moderna, como se pode ver no inaugural "almoço na relva", de 1863. Foi nossa luz tropical que fez a pintura de Manet revolucionar toda a arte representativa até então.
O que eu quero dizer com isso? que glauber sacou que o cinema tinha se tornado apenas literatura em filme, e que era preciso parar de representar (dá-lhe oiticica) para se fazer presente na dimensão política das nossas ações. Não para fazer cinema, mas para, a partir do cinema, compreender e interagir nos processos de manipulação cultural.

1 de ago. de 2008

santander chavez e a direita no brasil

pensar não mata:
Já disse em outro artigo, lá atrás, as relações do Santander e a direita na América Latina, quando, nas últimas eleições presidenciais no Brasil, disputavam o Alckmin e o Lula.
À época, o artigo tratava da censura feita pela Opus Dei à exposição in memorian de algumas peças da artista Marcia X, no Centro Cultural do Banco do Brasil, que desenhava pênis com rosários e cruz de Cristo.
Meu prognóstico era de que, caso ganhasse o Alkmin, as próximas exposições no privatizado espaço do CCBB/Santander seria só de Arte Sacra.
Nem precisou tanto. E a próxima exposição lá - antes do fim do segundo turno - foi, de fato, sobre o Barroco Brasileiro, enfocando... obras sacras. Sinal que o poder e controle que exerciam (exercem?) ainda sobre a coisa pública é bem maior do que a visibilidade que isto aparenta ter. Mas não espanta que o dinheiro público ainda seja usado para manter a riqueza privada, todos sabemos disso.

Mas o assunto é a estatização do Santander na Venezuela. Ou deveria ser. Alguém acredita que o Chavez estaria ainda no poder caso ganhasse a direita, no Brasil? Ou seja, credo em cruz...

27 de jul. de 2008

ideologias entre a justiça e a lei



Tentarei ser breve e sucinto, mas prometo voltar ao assunto antes que ele se perca na poeira dos fatos. é o seguinte: a polícia entrou na rocinha matou três e deixou escapar o suspeito a quem procurava, um tal de Nem, que é trabalhador de vendas de drogas (traficante para a imprensa banana, comerciante pelos usuários).

Dá vontade de condenar o cara, de primeira, porque ele controla o bairro/favela/comunidade da Rocinha, no rio de janeiro, com câmeras pela entrada do morro e como armas, para quem não obedecer às leis ditadas por ele e seus colaboradores.

A polícia entrou em sua casa – uma mansão para os padrões locais, segundo a imprensa – e lá descobriram uma carta onde era ditado que todos deveriam votar no candidato da comunidade. Quem não fizesse isso seria castigado.

Isso deu em todos os jornais daqui do Rio. Pois bem.

As conclusões aparentes que se pode tirar daí é que traficante é bandido e, como todos sabem, ”bandido bom é bandido morto”, ainda mais traficante, criador de um poder paralelo sem limites na cidade maravilhosa. E, pior, fazer curral eleitoral é crime. Ainda mais para se colocar em cargos públicos e estratégicos políticos ligados ao narcotráfico. Políticos ligados às empreiteiras, não pode, mas ninguém liga. Políticos ligados aos latifundiários também não pode, mas não há ninguém que o diga. Mas alguém duvida que todos esses crimes de colarinhos brancos são igualmente executados por assassinos?

Muito que bem. Quem discordar pode me passar um e-mail.

Deu, também, em todos os jornais, que o tal candidato do tal traficante – Nem de tal (a foto dele é caricata nos jornais, o cara está mais cheirado do que o Collor nas áureas épocas) – é amigo do Zé Rainha. Sim, aquele de Pontal do Paranapanema. Do MST.

Antes de falar desse assunto em particular, porém, devo dizer que a atitude escorregadia tanto do MST e do Zé Rainha – ambos se dizendo desvinculados um do outro – é um modo até que esperto de não se queimarem, na medida em que a imprensa tenta ligar o MST ao tráfico de drogas e sua justa luta à mesma demonização que impõem às FARCs, da Colômbia.

Dizem que o MST está ligado aos traficantes assim como as FARCS estão ligadas ao narcotráfico na América Latina e que o Chavez está ligado às FARCS e, bem, quem não é idiota sabe do que estou falando: não querem reforma agrária na América Latina e não há interesse, por enquanto, na legalização da drogas.

Mas quem não quer? O videota que não consegue compreender o que o noticiário está dizendo atrás de uma notícia aparentemente objetiva ou aqueles que defendem o interesse imperialista e que se chafurdam no dinheiro, em nosso país? A começar por grande parte e pelos poderosos da imprensa.

Vamos deixar claro que isso ocorre em um momento em que três integrantes do MST foram condenados a pagar 5,2 milhões de Reais como indenização à Vale e que há um interesse ideológico de magistrados em condenar sumariamente o MST como um movimento de criminosos. O problema não é o MST. O problema é que essas pessoas não entendem de justiça, só de leis. E as usam interpretando-as conforme quer o capital, partindo de uma idéia de lucro e exploração da mais-valia e voltando as costas para as questões ambientais. Ora, o lucro e a exploração da mais-valia colocam a grande maioria da população impedida de usufruir das riquezas que o capital gera e isso cria injustiças. E o crime nasce daí. E então se criam leis para defender patrimônios privados.

Mas ninguém diz que isso é ideológico. O problema, é claro, é a ameaça que representa o Hugo Chavez e seus comparsas, que vão do Evo Morales às FARCS e, talvez, o Nem de Tal, que faz curral eleitoral no Morro para defender um candidato a vereador amigo do Zé Rainha, que é, ou foi do MST.

Acho que não voltarei ao texto para reescrevê-lo. Mas, claro, sempre estarei pronto para defender pontos de vista onde parece que ninguém percebe, mas que, no fundo, eu sei que todos sabem do que se trata. E tem gente, até, muito mais comprometida do que eu nesse tipo de equação e é para essas pessoas que eu dedico esse artigo, me comprometendo a não deixar essas questões em brancas nuvens enquanto esse solzinho barato da democracia, em sua aparência, dá-nos a ilusão de que somos livres.

24 de jul. de 2008

o lugar da verdade

aonde está a verdade? tá aí, caida de bebâda na avenida. morta pelo tiro do BOPE. chapada de corrupção na veia. a verdade anda trôpega pelo cimento da relatividade. pela incerteza das teorias quânticas. a verdade não faz mais sentido, fumou maconha, perdeu a sinapse. e agora não passa de uma palavra vazia comprometida apenas com a realidade imediata daquilo que ela sente. E da risadas do chapéu do carteiro. a verdade ficou egoista demais, hedonista demais. muito mais cheia de sofismas do que talvez devesse ter, cá pra nós. e perdeu a vergonha de mentir. dizem até que mudou de sexo. a verdade, no fundo, no fundo, está se sentindo bem melhor assim, do que com aquele compromisso e rigidez toda que era obrigada a representar quando era de um dono só. e tudo que ele dizia tinha peso de lei e ordem. Alguém gritou "viva a liberdade" alí na esquina e eu não sei porque, achei que era ela, dando bandeira da ideologia que ela representa.

21 de jul. de 2008

cristo suiço

Habacuc, o cão e Natividad




Habacuc Guillermo Vargas

Juanita Bermúdez, diretora da Galeria de Códice, declarou que o animal foi alimentado regularmente e só foi amarrado durante três horas um dia antes de escapar. O próprio Vargas recusou fazer um comentário sobre o destino do cão, mas notou que ninguém tentou libertar o cachorro, ou fez qualquer coisa por ele. Vargas declarou que ninguém se preocupa com um cachorro que sofre fome e morre na rua. Em uma entrevista com El Tiempo, Vargas explicou que ele estava inspirado pela morte de Natividad Canda, um viciado nicaragüense indigente que foi morto por dois Rottweilers na Província de Cartago, Costa Rica, enquanto era filmado pelos meios de comunicação de notícias na presença de polícia, bombeiros e vigias.

A Sociedade Humanitária dos Estados Unidos informou que o cachorro estava em um estado de fome quando foi capturado e escapou depois de um dia de cativeiro; porém, a organização também categoricamente condena "o uso de animais ao vivo em exibições como essa". A Sociedade Mundial para a Proteção de Animais (WSPA) também investigou a exibição. WSPA achou as informações relativas ao assunto "incompatíveis" e reuniu patrocinadores da Bienal de Honduras para assegurar que nenhum animal seria abusado em exibição naquele país em 2008.

mal traduzido de:

http://en.wikipedia.org/wiki/Guillermo_Vargas

O que se tomara como punto de partida a un indigente que fue devorado
por dos perros en presencia de cámaras de televisión policías y
bomberos, quien supuestamente entro a robar en la sacrosanta propiedad
privada, para pegarse una buena fumada e intentar escapar de su
realidad.

¿La directora de la Galería Códice afirma que el perro se escapó,
suscribe usted esa 'aclaración'?

Cada quien es responsable de lo que dice.

¿Por qué?

porque cada quien es responsable de lo que piensa.

¿Murió el perro?

Murió Natividad.

http://artehabacuc.blogspot.com/

16 de jul. de 2008

13 de jul. de 2008

podre de rico


Homem mais rico do Brasil

O brasileiro mais bem cotado é Antonio Ermírio de Moraes, na 77ª posição, com um patrimônio familiar de R$ 10 bilhões. Outros 17 brasileiros, entre eles o empresário Eike Batista, que já declarou que pretende se tornar o homem mais rico do mundo, aparecem na lista.

Segundo a forbes atualizado no dia 05/03/2008 Eike esta na seguinte lista Rank 142 Eike Batista Brazil 51 Anos Fortuna de 6.6 Bilhoes Brazil

Após a venda de parte da mineradora MMX para a gigante multinacional Anglo American por US$ 5,5 bilhões, o empresário Eike Batista, 51 anos, calculou a sua fortuna e chegou à conclusão de que já possui US$ 16,6 bilhões - do total do negócio, R$ 3,3 bilhões irão diretamente para o seu bolso. "Sou o homem mais rico do Brasil", afirmou, segundo reportagem da revista Exame. De acordo com a publicação, e se os cálculos do empresário não estiverem errados, ele seria o 26º homem mais rico do mundo pelo ranking da Forbes.

Além do tamanho da fortuna, impressiona também a velocidade com que ela cresceu, diz a revista. Batista tinha um patrimônio calculado em R$ 1,6 bilhão até 2005, quando era mais conhecido como o ex-marido da modelo Luma de Oliveira. Desde então, aumentou esse montante em mais R$ 15 bilhões em dois anos. É hoje o maior bilionário do Brasil, com uma fortuna de R$ 20 bilhões.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eike_Batista



PF vasculha casa de Eike Batista

Sábado, 12 de Julho de 2008

Agentes fazem buscas em três Estados para apurar suspeita de propina e favorecimento em licitação no Amapá

A Polícia Federal realizou ontem buscas na casa do empresário Eike Batista, no Rio de Janeiro, e em outros onze endereços, distribuídos por três Estados, pertencentes a empresas e a executivos ligados ao bilionário. As diligências, que fazem parte da Operação Toque de Midas, também se estenderam a endereços de servidores públicos, suspeitos de terem beneficiado o grupo do empresário em licitações públicas no Estado do Amapá.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080712/not_imp204773,0.php


13/07/2008 - 08h51

Eike foi quem mais doou para reeleição de governador do Amapá

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u421888.shtml



O que espanta não é se o cara está envolvido com corrupção e se ele é portador de dados privilegiados, ou não. O que espanta é pensar que vivems em uma sociedade onde um pode ter uma hiper fortuna de 16 bilhões e outros milhões não podem ir, sequer, para a escola.
Vão dizer que isso é democracia. Mas se não há mecanismos para impedir que um tenha tanto e tantos não tenham nada, o que resta de liberdade, então, se nem para trabalhar de empregado nas empresas de uma pessoa dessas o resto da população tem qualificação?
Falar de informações privilegiadas é brincadeira, pois alguém assim pode contratar o ex ministro das minas e energias que será o futuro ministro, também. Pode contratar as pessoas com as informações mais quentes sobre, por exemplo, onde ficam as jazidas mais volumosas do país e, assim, mais uma vez, é o Público financiando a ganância do Privado, com ares de respeito à lei e à ordem.
Ora, quando alguém tem muito e muitos nada tem, claro que esse dinheiro vai comprar pessoas, informações privilegiadas, claro, sem dúvida, que isso é um crime contra a humanidade.
E se uma sociedade permite isso, achando que, se estivesse no lugar da pessoa faria o mesmo, então terão de suportar crimes cada vez mais perversos e a instalação de para-militares e milícias armadas cada vez mais tomando conta do país.

7 de jul. de 2008

INGRID BETANCOURT

Por : Laerte Braga

A libertação da ex-senadora Ingrid Betancourt foi o resultado da negociação de países da Comunidade Européia e em particular a França, com as FARCs-EP. As declarações do presidente da Venezuela Hugo Chávez feitas há cerca de vinte dias convocando as FARCs-EP a soltar os reféns foram parte do roteiro de conversações entre a guerrilha, os negociadores europeus, o governo da França e o governo da Colômbia.

No acordo fechado ficou acertado que Ingrid e os demais reféns seriam levados a um determinado ponto da selva colombiana e ali entregues a representantes dos negociadores. O narcotraficante Álvaro Uribe deu seu aval ao entendimento.

A guerrilha, vivendo um momento difícil de profundas mudanças internas, cumpriu sua parte. Levou Ingrid e os reféns ao local previamente acertado.

Ao contrário Uribe não cumpriu sua palavra. Com auxílio de informações dos satélites militares dos EUA localizou a área, enviou tropas e um helicóptero e fez com que se passassem pelos negociadores. Havia comprado a peso de ouro soldados da guerrilha para confirmarem a informação sobre o local.

A guerrilha não recuou e libertou Ingrid e os demais reféns. Tem um perfil que Uribe o governo dos EUA não tem.

Uribe deu declarações à imprensa do seu país e do exterior afirmando que uma operação de resgate das forças armadas do narcotráfico colombiano resgatou a ex-senadora e os companheiros de prisão (eram prisioneiros de guerra). Falou inclusive sobre a infiltração de agentes dos cartéis que governam a Colômbia no comando da guerrilha.

Mentira. Foram pagos 750 mil dólares a um pequeno grupo de guerrilheiros cooptados para confirmar o local combinado entre os negociadores europeus e as FARCs.

Libertar a ex-senadora sem condições prévias foi uma decisão do comando das FARCs e um gesto humanitário. Proceder como procedeu Álvaro Uribe foi uma ação, mais uma, traiçoeira de uma quadrilha que comanda o país, Colômbia, base para as maiores operações de tráfico de drogas do mundo e enclave norte-americano na América do Sul.

O presidente da Colômbia enfrenta séria oposição dentro de seu país. A Suprema Corte de Justiça rejeitou a manobra que possibilitaria a ele um terceiro mandato, seu real objetivo.

Centenas de milhares de colombianos estão nas ruas num grande protesto contra o governo Uribe, contra o narcotráfico no poder, contra a violência e a barbárie do regime que tem se caracterizado pelo assassinato em massa de opositores na guerrilha ou na chamada sociedade civil.

A senadora Piedad Córdoba está nos Estados Unidos denunciando todo o conjunto de ações desenvolvidas pelo governo do narcotráfico e a convite de organizações norte-americanas de direitos humanos. O governo terrorista de George Bush tentou a todo custo evitar sua entrada naquele país. Córdoba ficou retida no aeroporto em New York por horas e só foi liberada por pressão das entidades e organizações que convidaram a senadora. Uma das principais líderes de oposição ao governo do narcotráfico.

É evidente que guerrilha vive um momento difícil. A correlação de forças entre o narcotráfico no poder e a luta popular é grande e a participação dos EUA tem sido fundamental para os golpes assestados por Uribe contra as FARCs.

Isso inclui desde a superioridade militar, ao processo de compra de guerrilheiros de menor posição e vulneráveis ao poder do dinheiro. Há uma série de análises que podem ser feitas sobre esses procedimentos (cooptação), mas neste momento não importa tanto quanto perceber que a guerrilha, que vive também um momento difícil com a morte de seus três mais importantes comandantes, busca reestruturar-se e adequar-se a um contexto que é parte do processo da luta popular e, certamente, desfavorável.

O inimigo é o narcotráfico, tem o governo do país e o apoio ostensivo do governo Bush.

Não há o que discutir sobre a libertação em si de Ingrid e dos companheiros de prisão militar. Nem que a prisão de Ingrid, há seis anos atrás foi conseqüência de um gesto político calculado da ex-senadora de ingressar em território controlado pela guerrilha.

O fato, como aconteceu, está sendo noticiado pela imprensa européia, por meios de comunicação norte-americanos e omitidos no Brasil e nos países latino-americanos, onde a mídia, a chamada grande mídia, é venal, corrupta e braço do governo dos EUA e do narcotráfico colombiano representado pelo presidente Álvaro Uribe.

Em função de interesses políticos e econômicos das grandes empresas, do latifúndio e do sistema financeiro que, por aqui, adotam as mesmas práticas, compram, inclusive generais fardados de um nacionalismo corrupto e entreguista e controlam países como o Brasil (um governo débil e enfraquecido por suas características contraditórias de uma no cravo e outra na ferradura).

O festival de mentiras da GLOBO e das principais redes de tevê, dos grandes jornais, das revistas, supera de longe todo e qualquer resquício de escrúpulo que possa existir nessas empresas, braços dos proprietários do País e agentes do capital internacional (o nacional não existe, é também braço do internacional).

Em toda a transmissão do jogo decisivo da Taça Libertadores da América o locutor que narrava a partida fazia chamadas para “o jornal da noite que vai trazer detalhes da libertação da ex-senadora Ingrid Betancourt, das mãos dos guerrilheiros narcotraficantes ” .

Faz parte do processo de dominação e formação de zumbis em sociedades onde o avanço desses novos senhores, novos donatários de capitanias hereditárias, faz com que elites e mídia se prestem a qualquer papel.

Que bom que a ex-senadora esteja solta. Deve ser candidata a presidente da República e deverá ser a principal adversária do narcotraficante Álvaro Uribe. Se isso não acontecer é porque a extensão do acordo que comprou e cooptou pessoas é maior do que se possa imaginar.

Aí a luta de Ingrid terá terminado e a ex-senadora estará morta a despeito de supostamente livre.

Um detalhe de suma importância. Em janeiro deste ano a mídia noticiou que Ingrid estava à beira da morte. Hoje cedo já se apresentou de público com declarações políticas, sem nenhum sinal de debilidade que não o cansaço natural de seis anos numa prisão.

Existem milhares de colombianos presos por discordarem do governo do narcotráfico.

A luta popular, que inclui a luta das FARCs, não tem como objetivo prender e manter pessoas presas. Esse tipo de fato dentro de uma guerra civil, que acontece na Colômbia, faz parte do processo.

O objetivo é maior. Transformar países como a Colômbia em nações livres, soberanas, capazes de terem seus destinos regidos pela vontade de seus povos e promover a integração de irmãos.

Não há sentido em lutar pelo poder apenas pelo poder.

O que as FARCs como qualquer movimento popular busca é interromper a chamada nova ordem política e econômica que faz ressurgir a IDADE MÉDIA e a escravidão agora em novas formas. Os que detêm o poder da tecnologia são os barões, o resto, a periferia, o Brasil inclusive, vem ao redor e com as migalhas.

Entre nós estamos sendo transformados em país produtor de bens primários, como nos tempos do Brasil colônia e já se fala em armadilha da Comunidade Européia para o etanol brasileiro.

O grande sonho de Lula é um grande fracasso eno futuro o preço a ser pago pelas concessões feitas pelo seu governo, pela inconseqüência por falta de audácia e respeito aos compromissos populares, vai ser maior do que se possa imaginar.

Somos cada vez mais uma ROÇA DE CANA. Estamos sendo destroçados pela praga do capital internacional, do capitalismo em sua versão neoliberal.

Por isso ações como a do Ministério Público do Rio Grande do Sul tentando criminalizar o MST. A violência das elites contra o governo de Evo Morales, na Bolívia. Os temores em relação ao governo de Fernando Lugo no Paraguai, Corrêa no Equador e a ação de Cristina Kirchner que taxou as exportações do trigo para evitar a falta de pão em seu país.

Tudo distorcido pela mídia deliberadamente. Yeda Crusiu, José Serra, Aécio Neves podem roubar a vontade, pois integram o grupo dominante, logo, são “inocentes” .

É uma totalidade, não são ações isoladas. Chávez e a revolução bolivariana é outro alvo do imperialismo terrorista dos norte-americanos e dos controladores do mundo.

Romper essa ordem terrorista e bárbara é o objetivo dos movimentos populares.

Mentir e distorcer é o papel que cabe à mídia nesse conjunto todo que não é nada mais e nada menos que a luta de classes num contexto de tempo e espaço, o nosso.

A grande lição desse fato, a libertação de Ingrid Betancourt é essa. Compreender a realidade, perceber a conjuntura e não permitir que sejamos transformados em subumanos sob a ótica dos “povos superiores”, as grandes potências.

No caso especifico do Brasil são dois os principais agentes estrangeiros no governo Lula. O presidente do Banco Central, Henrique Meireles e o ministro Mangabeira Unger, esse de nacionalidade norte-americana (ter nascido aqui é só um detalhe. Kissinger nasceu na Alemanha e Hitler nasceu na Áustria).

E contam com algo mais além da mídia. A tacanha mentalidade da maioria dos militares brasileiros, uma das forças armadas mais atrasadas do mundo. Que é parte de tudo isso, quando treina tortura e mata nos morros do Rio de Janeiro, ocupa o Haiti e chacina haitianos em nome da suposta democracia que nos abriga.

Na verdade nos obriga ao papel de servos de uma ordem políticas e econômica geradora de toda a injustiça social, de toda a violência, que precisa ser rompida e só será rompida com a luta em todos os sentidos, na forma que for necessária.

É aí que está sempre presente Fernando Pessoa. “navegar é preciso, viver não é preciso”. Pois há certas formas de se manter vivo que são piores que estar morto.



fonte: http://www.abdic.org.br/ingrid_betencourt1.htm


2 de jul. de 2008

poema



E ponto

X

Você está aqui!

Mas eu não estou mais aí para dizer aonde você está

Apenas deixo uma armadilha para você ficar

Por algum momento

Dentro do monumento tempo

Sem espaço para agir

Sem possibilidade de fugir

Aqui dentro eu te invento e ponto

de fuga chapado na superfície lisa de um quadro

mesmo sabendo que isso é só um estado

uma marca riscada em volta de sua percepção

Y

Estamos em todos os lugares

E agora é hora de ser o que se é

Concreção encarnada na raiz

Passos no mesmo onde enquanto se diz

Sorria, você não está sendo filmado

Agora é quando sem fim

A partir desse ponto existe um sim

Pronto para ir além

De quem fica, vai e vem

Z

Nômade tua capa esconde

Tua napa, tua cara de mouro

O couro que teu gene indica

Fica aqui mais um pouco

Dança como um louco

Sobre essa fundação

Território transitório

Mas concreção

Daquilo que te escapa

Teu mais verdadeiro chão.

1 de jul. de 2008

o q dizem os astros...

Vivificação do humor

Bom humor e boa disposição social tendem a ser a tônica do período que vai dos dias 30/06 (Hoje) e 18/07 para você, Rubens. Marte estará formando um ângulo estimulante e harmonioso à sua Lua de nascimento, e isso costuma dar uma dinamizada à vida emocional do indivíduo. Cores mais leves passam a tonificar o seu emocional, e este não é apenas um momento socialmente interessante como, sobretudo, tende a ser uma fase de reações emocionais positivas.

É curioso observar, Rubens, como muitas vezes passamos dias, às vezes até meses e anos mergulhados numa chateação ou ressentimento. Remoemos aquilo, até que de repente - pop! - a coisa passa. Em geral, são nos ciclos positivos de ...

Leia o trânsito completo em...

notícias

Saindo de uma ressaca braba e me curando da mais violenta gripe que já tive até hoje, volto a escrever no blogue, para falar de Curitiba, onde estive organizando um evento que teve, entre outras cositas, sabotagem do blogue onde eu estava postando as notícias de lá e não faltou quem quisesse me expulsar da cidade dizendo "vaza, carioca".
Em homenagem a esses baixos astrais todos, vai a notícia do dia, que deu no UOL:

01/07/2008 - 09h18

Auxiliar de enfermagem joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba

mais em:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/07/01/ult5772u213.jhtm

18 de jun. de 2008

a volta do zé carioca!


8 de jun. de 2008

a em c - mesa 1






canal contemporâneo e orquestra organismo

a em c







a em c







a em c - ducha


segundo dia = 28 maio

a em c - first day



primeiro dia 27/05
debaixo pra cima
Sebastião Marcos e Cleverson Salvaro

ARTE EM CIRCULAÇÃO - montagem






















arte em circulação

pipoca rosa - sábado 07 de junho 2008
CAIXA CULTURAL CURITBA